Immortal! que alegrias. Que crêr e que esperar!
Purificae-me o peito, vós, virações do empyreo,
Para que os meus bons Genios lá possam habitar!»
Diz—e do Promontorio deixa o cume elevado,
Que dos Genios da Noite já cercam turbilhões,
E, ao rir da nova aurora, com a voz de inspirado,
Descreve á turba absorta suas grandes visões!
1871
Leonel de Sampaio (Vicente de Faria) Grinalda, vol. III, p. 88.