Que é como um pezadelo, uma visão do Dante.

Nas convulsões febris da bestial insomnia

Estorce-se a lamber as garras sensuaes,

Ruminando lá dentro o craneo da Polonia.

Anda espreitando ao longe as torres orientaes,

As flexas de Stambul, as morbidas almêas

Com o riso cruel dos lobos imperiaes.

Tira o sangue do povo e manda abrir-lhe as veias,

E os duques-generaes e os bispos-cortezãos,

Misturam-no com vinho e bebem-no nas ceias.