Abre as pétalas mimosa,

E a barquinha me apontaste

Que se ía librando airosa

Tão louçã!

Uniste as mãos; e olhando,

Co'esse olhar que amor te dá,

O céo, que a tarde incendeia,

Murmuraste suspirando,

E com voz de magoa cheia

—A vida... lá!