Não tremas, que eu bem vi! que trazes tu na mão?

Intentas já limar as grades da prisão,

Fazendo scintillar um ferro contra o solio,

Archanjo que adejaes nos fumos do petroleo?...

Mas, vamos! abre a mão; não queiras que eu te dê.

Bandido, eu bem dizia!—A carta do A B C...

Guilherme de Azevedo, A Alma nova, p. 37. Lisboa, 1874.


Ó machinas febrís eu sinto a cada passo,

Nos silvos que soltaes, aquelle canto immenso,