No somno grato dos reaes phalernos;
Como Dante, desceu aos vís infernos,
E repousa momentos da jornada.
Filhos do negro val, filhos da serra,
Erguei os vossos gladios coruscantes,
Á luz d'aquelle olhar que se descerra.
Ide, apertae-lhe os seios uberantes!...
De cada gota que cahir na terra
Hão de surgir impavidos gigantes.
Sousa Viterbo, Harmonias phantasticas, p. 97. Porto, 1875.