D'esta comprida e aspera jornada

Quem sabe quando, emfim, descançarão?

Atapetem as pedras de flores,

Lá vêm queimados, rotos, vencedores,

Altivos e sem pão.

Não raiou inda o dia da Justiça!...

Mas, breve, talvez, se oiça a nova missa,

E dispersem-se tetricos caudilhos...

Vão talvez, vir os tempos desejados!

—E, então, por vossa vez, ó reis sagrados,