É ella, é ella, a triste, a desherdada,
Cheia de lodo vil, esfarrapada,
Arrastando, nas trevas, as algemas:
Caminha em busca de um ideal mais puro,
E vae fundir, nas chammas do futuro,
Os sceptros e os diademas.
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E eil-a que assoma, no horisonte escuro,
Essa phalange heroica do futuro,
Como as vagas do mar phosphorecente: