Esses que dormem tristes, escondidos,

Nas ruinas das velhas cathedraes:

Andam minando a antiga sociedade

E hão de, em breve, sentar a Liberdade

Nos thronos imperiaes,

Andam cavando a sepultura immensa

Que ha de involver, na escuridão intensa,

As venenosas viboras reaes;

Revigora-os a força do heroismo,

E hão de calcar, aos pés, o despotismo