E vão depôr nas aras do futuro
As—palmas victoriosas.
Vêm terminar a noute dos horrores,
E hão de sair altivos, vencedores,
Da luta contra a velha realeza;
Ha de unil-os o braço da Egualdade,
E inundal-os a luz da Liberdade,
Ao som da Marselheza.
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Mas percorra-se, breve, a longa senda,