Que aos pés do seu cavallo, e em turbilhões de pó,
Desenlaça os cordões do seu dobar confuso.
Incendeia-lhe a raiva o torvo olhar diffuso
Por tudo o que inda vive! e do seu labio á flor
Fuzila a imprecação, se o fatigado açor
Da morte, um só momento, encolhe a garra curva.
Depois a noite desce, enregelada e turva,
Co'as brumas d'esse mar de sangue. Desde então
Findára a lucta horrenda; e o esplendido dragão,
O grande heroe do dia, após tão bom regalo,