PARTE II
OS LYRICOS BRAZILEIROS

SONHANDO

Na praia dezerta que a lua branqueia,

Que mimo! que rosa, que filha de Deus!

Tão pallida—ao vel-a meu sêr devaneia,

Suffoco nos labios os halitos meus.

Não corras na areia,

Não corras assim!

Donzella, onde vaes?

Tem pena de mim.