A Alma nova, por Guilherme de Azevedo, Lisboa, 1874.

Harmonias phantasticas, por Sousa Viterbo, Porto, 1875.

Poema da Miseria, por Candido de Figueiredo, Coimbra, 1874.

Claridades do Sul, por Gomes Leal, Lisboa, 1875.

Scenas contemporaneas, por Claudio José Nunes, Lisboa, 1873.


Obras, de Àlvares de Azevedo, Rio de Janeiro, 1862.

Cantos, por Gonçalves Dias, Leipzic, 1860.

Novos Cantos, pelo mesmo.

Ultimos Cantos, pelo mesmo.