Oh pallida fria,
Tem pena de mim.
Dormia—na fronte que niveo suár!
Que mão regelada no languido peito!
Não era mais alvo seu leito do mar,
Não era mais frio seu gélido leito!
Nem um resonar!...
Não durmas assim!
Oh pallida fria
Tem pena de mim.
Oh pallida fria,
Tem pena de mim.
Dormia—na fronte que niveo suár!
Que mão regelada no languido peito!
Não era mais alvo seu leito do mar,
Não era mais frio seu gélido leito!
Nem um resonar!...
Não durmas assim!
Oh pallida fria
Tem pena de mim.