Nas aguas do mar

Não durmas assim!

Não morras, donzella,

Espera por mim!

M. A. Alvares de Azevedo, Obras, t. I, p. 67. Rio de Janeiro, 1862.


SONETO

Pallida, á luz da lampada sombria,

Sobre o leito de flores reclinada,

Como a lua por noite embalsamada,