Por ti—nos sonhos morrerei sorrindo!
Alvares de Azevedo, Ibid. t. I, p. 131.
LEMBRANÇA DE MORRER
Quando em meu peito rebentar-se a fibra
Que o espirito enlaça á dor vivente,
Não derramem por mim nem uma lagrima,
Em palpebra demente.
E nem desfolhem na materia impura
A flor do valle que adormece ao vento: