Perguntae-o aos cyprestes que se agitam,
Ao vento pela treva se escondendo,
Nas ruinas bramindo!
E comtudo parece um desvario,
Blasphemia atroz o cantico atrevido
Que rugem os atheus;
Sem a sombra de Deus é tão vasio
O mundo—cemiterio envilecido!...
Oh! creiamos em Deus!
Creiamos, sim; ao menos para a vida