E a pobre nunca reviver podera
Chovesse embora paternal orvalho!
II
Ai! se eu te visse no calor da sesta,
A mão tremente no calor das tuas,
Amarrotado o teu vestido branco,
Sôltos cabellos nas espaduas núas!...
Ai! se eu te visse, Magdalena pura,
Sobre o velludo reclinada a meio,
Olhos cerrados na volupia doce,