Não vejo outra belleza

Se não a ti, a ti!

Divina, ai! sim, será a voz que afina

Saudosa, na ramagem densa, umbrosa,

Será; mas eu do rouxinol que trina

Não oiço a melodia,

Nem sinto outra harmonia

Se não a ti, a ti.

Respira, n'aura que entre as flôres gira,

Celeste incenso de perfume agreste.