No peito cruzados os braços dormentes,
Compridos e lisos quaes brancas serpentes,
No collo a dormir!
Dormia e sonhava—no sonho d'amores
Chamava por mim;
E a voz suspirosa nos labios morria
Tão terna e tão meiga qual vaga harmonia
De algum bandolim!
Dormia e sonhava—de manso cheguei-me
Sem leve rumor,