Encommendo minh'alma ás nove muzas,

Faço um soneto.

Quando ao passeio, no mover das roupas,

Deixas de leve vêr teu pé divino,

Sinto as arterias palpitarem tumidas,

Componho um hymno.

Quando no marmor das espaduas bellas,

As negras tranças a tremer sacodes,

Ebrio de amor, sorvendo seus perfumes,

Rimo dez odes.