Cercam-te as faces placidas e bellas,

Um longo manto pende-te dos hombros,

Salpicado de nitidas estrellas!

Na douda pyra de um amor terrestre

Pensei sagrar-te o coração demente...

Mas ao mirar-te deslumbrou-me o raio...

Tinhas nos olhos o perdão sómente!

Fagundes Varella, Ibid., p. 68.


O CANTO DOS SABIÁS