Cingindo o collo de opalas,

E a cabeça de neblinas,

E fogem, nas harpas de ouro

Mansamente a dedilhar?

São os sabiás que cantam,

Não vês o sol declinar.

Ou serão talvez as preces

De algum sonhador proscripto,

Que vagueia nos desertos,

Alma cheia do infinito,