Mas ah! delirio insensato!

Não és tu sombra adorada!

Não ha canticos de anjinhos,

Nem de phalange encantada

Passando sobre as campinas

Nas harpas a dedilhar!

São os sabiás que cantam

Nas mangueiras do pomar!

Fagundes Varella, Ibidem, p. 34.