Pois como a salamandra em chammas vive,
Entre perfumes a mulher habita.
Castro Alves, Ibid., p. 167.
RASTO DE SANGUE
É a hora do crepusculo,
Que viração tão grata!
Geme o riacho quérulo,
Nem um cantor na mata.
Desce a ladeira ingreme
Pois como a salamandra em chammas vive,
Entre perfumes a mulher habita.
Castro Alves, Ibid., p. 167.
É a hora do crepusculo,
Que viração tão grata!
Geme o riacho quérulo,
Nem um cantor na mata.
Desce a ladeira ingreme