Da nossa escravidão!»
—Mas quem sois vós, augustas
Imagens do martyrio?
Que assustador delirio
Vos tem curvado assim?
Em vossos rostos leio
A dor, a magoa, a insonia:
«Eu chamo-me—Polonia.
—E eu sou a pobre Erin...»
A. de Sousa Pinto, Ideias e Sonhos, p. 11. Lisboa, 1872.