Deixando-me boquiaberto,
Co'o sangue todo a ferver.
Bruno de Seabra, Flores e Fructos, p. 115. Rio de Janeiro, 1862.
A PROTECÇÃO DOS REIS
Ai do poeta que se accolhe a um throno,
E que implora de um rei mão protectora!
Ai d'elle! n'esse putrido ambiente
Pende-lhe morta a fronte sonhadora.
Assim ao viajor da Africa adusta