Que fallece de amor sobre as espumas
A soluçar a queixa derradeira.
Meu coração é o lothus do Oriente,
Que desmaia aos languores do occidente,
Implorando do orvalho as lácteas pérolas;
E na penumbra pallida se inclina,
E murmura rolando na campina:
—Oh brisa, me transporta ás plagas cérulas.
Ai, quero nos jardins da adolescencia
Esquecer-me das urzes da existencia,