Que não lamente meu fado,
Desprezado,
Desprezado sempre assim!
Ai de mim!
Que distante dos teus olhos,
Nas trevas por entre abrolhos,
Vagando ás tontas sem fim,
Não maldiga a triste vida
Dolorida,
Dolorida sempre assim?
Que não lamente meu fado,
Desprezado,
Desprezado sempre assim!
Ai de mim!
Que distante dos teus olhos,
Nas trevas por entre abrolhos,
Vagando ás tontas sem fim,
Não maldiga a triste vida
Dolorida,
Dolorida sempre assim?