Que noite linda, que luar formoso!
Meu peito ardente de prazer tremia!
De tuas tranças aspirava o aroma,
Sobre o meu braço tua mão pendia.
E no bulicio d'este mundo frivolo
Serena vimol-a perpassar, correr
A noite linda que me deu prazeres,
Sonhos, venturas de um feliz viver!
F. Vieira de Sousa. Parnaso maranhense, p. 119.