O devo a ti!
Se morte ingloria receioso temo,
Se a vãos perigos sempre me sorri,
É p'ra dizer-te no momento extremo:
Vivi! em vão luctei, morro por ti!
F. G. F. de Mattos, Parnaso maranhense, p. 125.
UM AMOR
Eu sinto a fronte palpitar de idéas,
Eu sinto o peito palpitar de ardor!