Debalde... tua vista vacilla, fluctua...
E esse ente, quem sabe si existe bem perto?
Quem sabe? talvez!
Quem sabe si a virgem que o céo me reserva,
Que pura e formosa diviso na mente,
Que o peito me pede, que o peito presente,
P'ra quem puro, isento, fiel se conserva,
Quem sabe si és tu? no riso, na tez,
Nos olhos... na face tão pallida e bella...
Uns áres, uns visos comtigo lhe noto...