Os olhos ardentes encontram do bardo,
No peito de virgem tu nunca disseste:
Quem sabe? talvez!
Ah! dize... si és tu, fugir-me não tentes,
És tu que procuro? ah! dize, que eu creio...
Tu flores bem frescas abrigas no seio?
Bastantes perfumes no peito tu sentes?
Um céo de ternura tu tens que me dês?
Ah! falla, responde, teu dito me traga
Um mar de delicias, de amor, de ventura;