De vivos aromas,
De subito pára, que o negro indolente
Espreita lascivo da bella dormente
As tumidas pômas.
Na rêde suspensa dos ramos erguidos
Suspira e sorri
A languida moça cercada de flores;
Aos guinchos dá saltos na esteira de côres
Felpudo saguí.
Na rêde, por vezes, agita-se a bella