As innoxias, tambem, estridulas risadas,
Não ha n'essa expansão os sulcos da maldade:
Deixae-as vir a mim com toda a liberdade.
Deixae-as vir a mim; eu amo as criancinhas,
Nos folguedos gazís, no lar silenciosas;
E quando eu as contemplo insontes, descuidosas,
Estudo-lhe da face as curvas e covinhas.
Deixae-as vir a mim; eu amo as criancinhas.
Deixae-as vir a mim; são luzes do porvir,
Almas cheias de amor e aureas esperanças;