—O guarda-costa nem gritou. A queda corta a voz.

—Sr. Clubin, hade ventar esta noite.

—Eu sou o unico que sei do segredo.

—Continúa a morar na pousada João?

—Sim. Vive-se bem alli.

—Já lá comi muito boa couve fermentada.

—Rantaine, o senhor deve ser excessivamente forte. Tem cada espadua! Não seria eu quem lhe levaria um piparote. Era tão rachitico quando vim ao mundo, que nem se sabia se me poderiam criar.

—Felizmente, criou-se.

—Sim, e continúo a morar na pousada João.

—Sabe porque motivo eu o reconheci, Sr. Clubin? Porque o senhor me tinha reconhecido. Disse comigo: Só Clubin póde reconhecer-me.