—A que horas parte o Cashmere?

—Ao meio-dia.

—Ao meio-dia hoje, é a enchente da maré. Tem contra si a maré.

—Mas tem vento de feição.

—Rapaz, disse mess Lethierry pondo o dedo index no cano da machina, vês isto? isto zomba do vento e da maré.

O rapaz pôz as cartas na algibeira, pegou outra vez no carrinho, e continuou a viagem para a cidade.

Mess Lethierry chamou:—Doce! Graça! Graça entreabrio a porta.

—Que ha, mess?

—Entra e espera.

Mess Lethierry pegou n'uma folha de papel e começou a escrever; se Graça, de pé atraz delle, fosse curiosa e esticasse o pescoço, poderia ler por cima do hombro, isto: