—Ebeneser, tomo-te por meu marido, quer sejas melhor ou peior, mais rico ou mais pobre, doente ou com saude, para amar-te e obedecer-te até á morte, e dou-te a minha fé.
O decano continuou:
—Onde está o annel?
Isto era o imprevisto. Ebeneser não tinha annel.
Gilliatt tirou o annel de ouro que tinha no dedo minimo e apresentou ao decano. Era provavelmente o annel de casamento comprado de manhã ao ourives de Commercial—Arcade.
O decano pôz o annel no livro, depois entregou-o a Ebeneser.
Ebeneser pegou na mãosinha esquerda, tremula, de Deruchette, metteu o annel no quarto dedo, e disse:
—Desposo-te com este annel.
—Em nome do Padre, do Filho e do Espirito-Santo, disse o decano.