Adormeceu no dia seguinte e sonhou toda a noite com o soldado escossez. Sonhou tambem com o velho cura Jaquemin Herodes. Quando acordou pensou outra vez em Deruchette e teve contra ella uma violenta colera; lamentou não ser criança para ir atirar pedras nas vidraças da moça.

Depois lembrou-se de que, se fosse criança, teria ainda sua mãe e entrou a chorar.

Projectou ir passar uns tres mezes em Chausey ou em Minquirs, mas não partio.

Não tornou a pôr os pés na estrada de Saint-Pierre Port au Valle.

Imaginava que o seu nome ficara gravado na terra, e que todos os viandantes deviam olhar para elle.


[II]

GILLIATT VAI ENTRANDO PASSO A PASSO NO DESCONHECIDO

Gilliatt ia todos os dias ver a casa de Lethierry. Não o fazia de proposito, mas encaminhava-se para esse lado. Acontecia então passar sempre pelo caminho que costeava o muro do jardim de Deruchette.

Estando um dia naquetle caminho, ouvio a uma nulher do mercado, que fallava a outra, e vinha da casa de Lethierry: Miss Lethierry gosta muito de sea kales.