—Bem sabem que não é verdade. Não existe nenhuma.

A casa tornava-se cada vez mais alta.

Approximavam-se.

Approximando-se, reconheciam que havia na casa uma luz abafada. Era um clarão vago, um desses effeitos de lanterna surda, indicados ha pouco, e que abundam na illuminação das feitiçarias.

Quando se acharam ao pé da casa pararam de todo.

Um dos rapazes de Torteval arriscou esta observação:

—Não são almas do outro mundo, são fantasmas.

—Que é aquillo que pende alli á janella? perguntou o outro.

—Parece uma corda.

—É uma serpente.