Ribeiro.—Então você aceita o Alberto?

Alberto (sofrego).—D. Isabel... minha sorte depende da senhora...

Isabel (confusa).—Se... papae... consentir... Querendo a mamãe...

Ribeiro (risonho).—Ah! sonsinha, isto é namoro velho. (Para D. Rita) E a senhora não me dizia nada!...

D. Rita.—Eu de nada sabia...

Ribeiro.—Pois eu... tambem ignorava. Em todo o caso dou com ambas as mãos o meu pleno consentimento.

D. Rita.—Eu com a maior satisfação...

Rocha (adiantando-se com ar sombrio e theatral).—E eu? Que fazem de mim? De mim que entrei hoje aqui com um céo na alma, e saio com a morte no coração!... A quem hei de maldizer?... Só a meu destino?

Ribeiro (puchando-o pela sobrecasaca).—Ora, deixe-se d’isso, Alfredo, e vem comer o nosso peixe.

Rocha (encara fixamente e por instantes Ribeiro: depois exclama).—Não quero comer o seu peixe! (Sahe arrebatadamente.)