Tudo estava perdido!

Tudo!

Elle que só tinha vivido com a lembrança d’aquella mulher, elle que vinha cheio de amor, limpo de miserias, depois de ter dado conta de sua obrigação, elle que tinha ganho as suas medalhas, as suas fitas para enfeitar a sua noiva, e agora vinha encontrar o lugar que lhe pertencia já tomado, e em vez de um coração para o affagar e estimar, a traição e o pouco caso?!

Ah! porque a sórte não o atirou como tantos outros nos campos do Apa para ser degollado pelos paraguayos?

De que lhe servia a vida?

A sua felicidade cahia toda em pedaços, como casa velha de taipa em dia de furacão.

Que restava fazer?

Nada... nada mais!

E vingar-se?... porque é que o valente que vinha da guerra não havia de tirar despique do desprezo de uma mulher?