—É que o Sr. capitão frechou direitinho de Nioac para Miranda pelo Lalima. Fazia V. S. na cidade e foi para lá em rumo certo.

—Então de Nioac ha outro caminho que não este?

—De Nioac, nhôr-não. Da Forquilha, dez legoas mais arriba. Ahi ha uma estrada que vai de parelha com o rio Miranda.

—O que você diz é certo. Julio Freitas deve estar á minha espera. É preciso que eu chegue até a villa. Amanhã.... talvez....

No dia seguinte o projecto de partida não se realisou.

—Não irei eu mesmo, disse Alberto para o soldado. Você é quem seguirá para Miranda montado no meu animal. Entenda-se com o Sr. capitão, diga-lhe que estou de saúde e peça que, se poder, dê uma chegada até cá. Se não, eu lá estarei n’estes dias proximos.

O camarada, á noutinha, preparou uma passóca para a viagem.

—Quem é que vai embóra? perguntou-lhe Ierecê vendo-o occupado n’aquelle mister.

—Eu, respondeo Florindo, tenho que dar um pulo até a cidade.

A india ficou sobresaltada; muitas vezes fez a mesma pergunta e ouvio a mesma resposta.