(Siqueira passeia pela sala; Faria está sentado, accende um charuto e põe-se a folhear um album de retratos.)
Siqueira.—Emfim, está feito o negocio!
Faria (soltando uma fumaça e com indifferença).—Está, sim.
Siqueira (parando defronte de Faria).—Mas agora, muito seriamente, digo a você uma cousa...
Faria.—Que é que diz?
Siqueira.—Estou com medo. Não é só o meu dinheiro... mas tambem os setenta contos d’este homem...
Faria.—Você, medroso, só se lembra dos seus trinta...
Siqueira.—Ora... mas...
Faria.—Deixe-se de mas... O negocio é bom.
Siqueira (com anciedade).—Você acha?