Que, desde que houve em Grecia um tal Eschylo
Até o dia d’hoje,
Sempre lagrymijando
Nos sécca, nos injoa
E nos quebra os ouvidos com gemidos?...
Sempre se anda a mattar e nunca morre!
As outras—na verdade,
Aqui muito em segredo,
Éstas minhas irmans... Não é má lingua,
Não é geito da saia... mas decerto