Não te dá da innocencia a flor nevada
Que se não finge, nem fingida illude!
Esse dom virginal que tanto agrada
É só mimo da candida virtude,
‘É dos olhos gentis da minha amada.’
Porto—1817.
VI.
‘NAS FROIXAS, DEBEIS AZAS DA SAUDADE.’
Esses muros que amor, razão despreza,
Que ergueu do fanatismo a voz trovosa,
Deixa, ó Nise gentil, deixa-os, vaidosa