Não deixou que outorgar-lhe a mão divina.

Qual de ambas póde haver offerta dina

De quantas liberal natura cria?

Que gera o loiro sol ou que allumia

Que encha os desejos d’alma peregrina?

A amigas taes, ao par que me innamora

Ja não tem que lhes dar a humanidade,

Por mais que seus thesoiros aprimora.

Amor, divino amor, doce amizade,

Numes do coração, valei-me agora: