Se o nada d’essas mentiras

Me entrar pelo vão da vida...

Se, ao ver que feliz deliras,

Tambem eu sonhar... Perdida,

Perdida serás—perdida.

Oh! vai-te, vai, longe, embora!

Que te lembre sempre e agora

Que não te amei nunca... ai! não;

E que pude a sangue frio,

Covarde, infame, villão,