—Que hoje, cre-me a verdade,
Vai ca no Olympo o que lá vai na terra!
Namorei-me de um Grego: oh! bello amante!
Chamava-se Aristophanes:
Dei-lhe, intreguei-lhe tudo
—Como o teu Camões disse—
O que deu para dar-se á natureza.
Um Phrygio corcovado,
Mas que tinha mil graças
Que a corcova das costas lhe incubriam,