Era a noite da loucura,
Da seducção, do prazer,
Que em sua mantilha escura
Costuma tanta ventura,
Tantas glórias esconder.
Os felizes... e ai! são tantos!...
—Eu por tantos os contava!
Eu que o signal de meus prantos
Do afflicto rosto lavava—
Os felizes presumpçosos