Ao cantor do Lutrin, ao da Pucelle,

Ao mago auctor do santarrão Tartufo,

Ao teu do bento Hyssope,

E a esse galhofeiro Italiano

Que aos animaes deu falla,

Dei-lhe os favores, franqueei-lhe os mimos

Que a Ariosto, a Gil-Vicente,

Que aos outros todos concedêra outrora.

Se o que elles foram sabes,

Quanto eu valho apprecia.